Enfim... cheguei em Natal... Ainda bem que os excessos da crise da aviação não me afetaram tanto (hmmm que pensamento egoísta...).A primeira pessoa que conheci do albergue foi Jucelino. Eu estava com meus ouvidos zunindo quando entrei no carro dele (ele era responsável pelo transfer aeroporto-albergue). A mistura do sotaque potiguar com o vento arrasador que batia na minha cara a cada vez que o velocímetro gritava rumo aos 120 não me deixava entender "lhufas" do que ele falava comigo.
Na dúvida entre o medo e a simpatia, fiquei com um tímido balançar de cabeça. Talvez fosse melhor apenas concordar com tudo que o cabra falava.
Na foto, Jucelino é a mancha meio bege, meio amarela que se esconde junto ao Marcelo... também escondido talvez por não gostar muito de bege...
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